Perspectivas de aplicação da inteligência artificial no direito processual

análise sobre as diretrizes éticas e eficiência jurisdicional

  • Alexandre Freire Pimentel Universidade Federal de Pernambuco (UFPE Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP)
  • Beatriz Souto Orengo UNICAP
Palavras-chave: novas tecnologias, inteligência artificial, justiça digital, novas ferramentas tecnológicas

Resumo

O presente artigo teve por objetivo analisar de que forma, no atual estágio da inteligência artificial no Brasil, esta pode ser empregada no direito processual na expectativa de incrementar a eficiência na prestação jurisdicional. Para tanto, foram analisados os impactos irradiados da aplicação das novas tecnologias, no contexto da revolução tecnológica vivenciada. Em seguida, foram investigadas as perspectivas do uso da IA no direito processual, bem como os princípios e diretrizes éticas para seu uso. Por fim, foi analisado o processo de implementação da inteligência artificial como ferramenta para aperfeiçoar o sistema de justiça no estado de Pernambuco.  O estudo foi elaborado com recorrência ao método dedutivo associado à revisão bibliográfica e análise documental.

Biografia do Autor

Alexandre Freire Pimentel, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP)

Professor do PPGD da Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP). Professor da Faculdade de Direito do Recife (FDR-UFPE). Doutor e Mestre (FDR-UFPE) com pós-doutorado pela Universidade de Salamanca – Espanha (com bolsa da CAPES). Juiz de Direito Titular da 29ª Vara Cível do Recife – TJPE

Beatriz Souto Orengo, UNICAP

Mestranda em Direito pela Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP). Pós-graduada em Direito Civil pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC/MG). Bacharela em Direito pela Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP). Advogada

Publicado
2021-08-31
Como Citar
Pimentel, A. F., & Souto Orengo, B. (2021). Perspectivas de aplicação da inteligência artificial no direito processual: análise sobre as diretrizes éticas e eficiência jurisdicional. Revista Brasileira De Sociologia Do Direito, 8(3), p. 305-325. https://doi.org/10.21910/rbsd.v8i3.611