Form, race and trauma

An analysis of racism through social systems theory

Authors

DOI:

https://doi.org/10.21910/rbsd.v13i3.988

Keywords:

forma, raça, trauma, desigualdade, teoria dos sistemas sociais

Abstract

The article examines the observation of racism in Brazilian society through the articulation between Niklas Luhmann’s Theory of Social Systems and Jeffrey C. Alexander’s Theory of Trauma. It departs from the notion of form to sustain race as a sociological distinction indispensable to observing processes of inclusion and exclusion of the Black population within the functional differentiation of society. It argues that the persistence of the semantics of racial democracy has limited the generalization of anti-racist normative expectations within the legal system, thereby contributing to the naturalization of racial inequality. The incorporation of the category of trauma allows the argument that racism has not been consolidated as a social trauma in Brazil, due to the historical lack of juridical tematization of racist practices in the post-abolition period. It concludes that this absence compromises the function of law as a mechanism of systemic irritation and reduces the emancipatory effectiveness of norms aimed at racial equality in Brazilian democracy.

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Published

2026-09-20

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