Inteligencia artificial y regulación en la Cuarta Revolución Industrial:

innovación, derechos fundamentales y responsabilidad civil

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.21910/rbsd.v13i1.928

Palabras clave:

Inteligencia Artificial. Regulación. Derechos Fundamentales. Responsabilidad Civil. Ley General de Protección de Datos.

Resumen

La Inteligencia Artificial (IA) es uno de los pilares tecnológicos de la Cuarta Revolución Industrial, con un profundo impacto en sectores como la salud, la educación, el medio ambiente y la comunicación. Si bien impulsa avances innovadores, la IA también introduce riesgos estructurales relacionados con la privacidad, la discriminación algorítmica y la desinformación automatizada. Este artículo examina la intersección entre la IA, la regulación y la protección de los datos personales, con énfasis en los desafíos jurídicos y éticos emergentes. Adopta un enfoque interdisciplinario que conecta el derecho, la tecnología y la comunicación, analizando experiencias regulatorias internacionales, como la Ley de IA de la Unión Europea, e iniciativas nacionales, como la Ley General de Protección de Datos (LGPD) de Brasil y el Proyecto de Ley n.º 2338/2023. La metodología se basa en revisión bibliográfica y análisis documental. Se propone un modelo regulatorio híbrido, fundamentado en el principio de precaución, la transparencia algorítmica y la responsabilidad compartida. Entre los hallazgos, el artículo concluye que Brasil tiene el potencial de desarrollar una regulación de la IA que concilie innovación tecnológica, justicia social y soberanía digital, siempre que invierta en políticas públicas, educación digital y gobernanza colaborativa.

Biografía del autor/a

Liliane de Lucena Ito, IDP

Professora no departamento de Jornalismo da Universidade Estadual Paulista (Unesp), no qual também atua como docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (stricto sensu). Docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Digital (stricto sensu) no Instituto Brasileiro de Ensino, Pesquisa e Desenvolvimento (IDP/Brasília). Em 2024-2025, foi pesquisadora visitante na Universidade Beira-Interior (UBI), em Covilhã, Portugal. Pós-doutora em Comunicação e Práticas de Consumo pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM/SP). É especialista em Marketing pela USP. Doutora e mestra em Comunicação e graduada em Comunicação Social, Jornalismo (Unesp). É vice-coordenadora do GT Comunicação e Desinformação da Intercom.

Paulo Stoney, IDP

Mestrando em Comunicação Digital no IDP (Brasília)

Ricaule Aquino, IDP

Mestrando em Comunicação Digital no IDP (Brasília).

Jean Vieira, IDP

Mestrando em Comunicação Digital no IDP (Brasília).

Diego Braga, IDP

Mestrando em Comunicação Digital no IDP (Brasília).

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Publicado

2026-01-01

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